
Paris não tem fim
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Autor:
Enrique Vila-Matas
Tradução:
Joca Reiners Terron
Texto de orelha:
Cassiano Elek Machado
Idioma: Português
R$ 59,00
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Prazo de entrega: até 6 dias úteis para território nacional
Construído à maneira de uma conferência de três dias sobre o tema da ironia,
Paris não tem fim (título de um dos capítulos de
Paris é uma festa, de Ernest Hemingway) é um divertido e melancólico relato ficcional e autobiográfico do espanhol Enrique Vila-Matas sobre o exílio voluntário de dois anos em que alugou, patrocinado por seus pais, a água-furtada de Marguerite Duras, durante o período da ditadura franquista. Artistas, escritores, cineastas, intelectuais e travestis exilados na capital francesa nos anos 1970 acompanham o jovem aprendiz de romancista pelas ruas, festas, cafés e livrarias em que se dá sua formação - ou "deformação", como sugere o texto de orelha de Cassiano Elek Machado. A estrutura fragmentária e o humor de
Paris não tem fim trazem de volta ao leitor brasileiro a fina literatura do Vila-Matas de
Bartleby e companhia e
O mal de Montano.
Conheça os prêmios literários conquistados por Enrique Vila-Matas:Rómulo Gallegos (2001), por
A viagem vertical;
Ciudad de Barcelona (2001) e Prêmio Médicis (2003), por
Bartleby e Companhia;
Prix Fernando Aguirre-Libralire (2002);
Premio Herralde, Nacional de la Crítica (2005), por
O mal de Montano;
Prix Medicis-Etranger (2003);
Premio Internazionale Ennio Flaiano (2006);
Premio de la Real Academia Española (2006).
1ª reimpressão, 2010
Páginas: 248; Ilustrações: 0;
Dimensões: 225 x 155 x 15 mm;
Peso: 0.390 kg;
ISBN: 9788575036822.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton
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