
Rasura
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Autor:
Luiz Zerbini
Apoio:
Galeria Fortes Vilaça
Idioma: Bilingue (português/inglês)
R$ 95,00
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Prazo de entrega: até 6 dias úteis para território nacional
Rasura rompe o formato convencional dos livros de arte. Dedicado à pintura de Luiz Zerbini, não se presta a documentá-la nem reproduzi-la, mas a comentá-la visualmente. Em vez de textos críticos, há apenas algumas anotações e citações do próprio artista.
Rasura se constrói a partir de uma montagem de detalhes de quadros, esboços, recortes de livros e revistas, reunindo assim os elementos fundamentais do processo de criação de Zerbini. Na definição do crítico de arte Ivo Mesquita, "Luiz Zerbini é um poeta em muitas artes: pintor, escultor, cenógrafo e compositor. Surgido com a Geração 80, sua pintura desenvolveu-se de imagens narrativas com cenas domésticas, panoramas e flagrantes urbanos, realizada quase fotograficamente com cores iluminadas e vibrantes, para imagens de caráter mais subjetivo, às vezes abstrata, mas que revelam o aprofundamento do artista nas questões conceituais e específicas do meio: materialidade, sobreposições de gestos e procedimentos, luz e sombra, efeitos óticos, jogos entre percepção e representação".
Páginas: 220; Ilustrações: 154;
Dimensões: 242 x 216 x 23 mm;
Peso: 1.080 kg;
ISBN: 8575034413.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton
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