Um dos mais interessantes livros da filosofia da arte, este ensaio examina a diferença ontológica entre trabalhos artísticos e objetos do cotidiano, à primeira vista indistinguíveis - especialmente após a consagração de tendências artísticas surgidas no século XX, como a arte conceitual, a arte pop, o minimalismo e a arte povera. Arthur C. Danto, professor emérito de filosofia na Universidade de Columbia e crítico de arte do jornal The Nation, em linguagem ágil e bem-humorada raciocina sobre a forma crítica com que o espectador deve relacionar-se com o objeto. Usando como exemplos artistas do pós-guerra, entre eles, Barnett Newman, Claes Oldenburg, Andy Warhol e Roy Lichtenstein, também cita Velázquez, Hegel, Wittgenstein e Cézanne para falar da filosofia e da arte como contrastes para as noções que tentam definir o real.
1ª reimpressão, 2010
Páginas: 312; Ilustrações: 0;
Dimensões: 230 x 160 x 20 mm;
Peso: 0.700 kg;
ISBN: 8575034197.
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