
Depois de publicar um livro antológico sobre os
Beatles, a autobiografia de
Sting, e
Ao vivo no Village Vanguard, a Cosac Naify dá sequência a seus lançamentos na área da música pop com este impactante
Rockers. O nova-iorquino Bob Gruen, iniciado nos bastidores da cena musical dos anos 1960 como um superfã de Bob Dylan, é considerado hoje um dos mais importantes fotógrafos desse universo e sua obra constitui documentação essencial sobre o rock, o surgimento e o auge do punk, a new wave e a trajetória das principais bandas inglesas e americanas dos últimos quarenta anos. Ele ficou mundialmente conhecido por ser autor das últimas imagens de John Lennon antes de morrer. As fotografias de
Rockers trazem um pouco do espírito que Gruen captou nesses anos de trabalho e evidenciam que ele só foi capaz de registrar momentos como os que encontramos no livro por sua relação de amizade e respeito pelos músicos que fotografou e um profundo envolvimento com os anseios de sua época. A edição tem duas capas e duas entradas diferentes: começando por um lado, estão as 274 fotos da exposição, menores e agrupadas. Pelo outro, 144 imagens ampliadas mostram em detalhes situações vividas pelos maiores ícones de três gerações do rock.
Páginas: 220; Ilustrações: 0;
Dimensões: 316 x 258 x 19 mm;
Peso: 1.270 kg;
ISBN: 9788575035924.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton