
Fundamental na formação de várias gerações de designers em todo o mundo,
História do design gráfico, de Philip B. Meggs (1942-2002), chega agora ao Brasil em sua mais recente edição, revista e atualizada pelo historiador e designer Alston W. Purvis, ilustrada com 1.300 imagens coloridas.
Considerado a mais completa história do design gráfico até hoje, o livro toma como marco zero as pinturas rupestres de Lascaux, realizadas há mais de 10 mil anos, passando pela invenção da escrita, as origens da imprensa no oriente e no ocidente, a Revolução Industrial, as vanguardas do início do século XX, chegando ao design pós-moderno e a era digital nos séculos XX e XXI. Embora o espectro coberto por
História do design gráfico seja verdadeiramente monumental, seu discurso é construído com relatos e exemplos sucintos e cuidadosamente selecionados, prestando-se tanto à pesquisa conceitual como à investigação factual e de repertório. Uma extensa bibliografia dividida por capítulos facilita o aprofundamento dos temas abordados. A edição brasileira foi inteiramente rediagramada e incluiu uma abrangente revisão qualitativa das imagens reproduzidas, resultando numa publicação que, além de indispensável, chega ao mercado nacional amadurecida e aperfeiçoada.
João de S. Leite, Milton Glaser, André Stolarski, Paula Scher e Regina Wilke falam da importância da obra
Páginas: 720; Ilustrações: 1300;
Dimensões: 262 x 220 x 53 mm;
Peso: 2.240 kg;
ISBN: 9788575037751.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton