
André Lima
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Prefácio:
Silvana Holzmeister
Ensaios:
Eduardo Logullo
Patrocínio:
MorumbiShopping
Idioma: Português
R$ 59,00
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Prazo de entrega: até 6 dias úteis para território nacional
Impossível classificar o trabalho do paraense André Lima com uma ou duas palavras. Ele é um dicionário de referências. Seus verbetes vão de cetim, tafetá, jacquard, passando por Maria Bethânia, Diana Vreeland, Greta Garbo, até chegar a
art déco e
Belle Époque. A marca dos seus desfiles são as mulheres fortes, penteadas, maquiadas e cheias de acessórios. Um costureiro moderno, e um dos poucos que fazem uma linha direta com os costureiros do passado, como seu conterrâneo Dener (1936-1978). No ensaio sobre a trajetória do estilista, Eduardo Logullo levanta suas influências a partir da convivência familiar. André aprendeu o bê-a-bá da moda vendo a mãe e as tias se arrumarem. Dali saiu seu maior trunfo: pensar com uma cabeça bem feminina. Acompanhando suas reminiscências, a edição do livro tem as páginas amareladas, como se fosse um antigo álbum das referências do estilista, ao lado de suas peças mais importantes.
Leia texto sobre o livro
Páginas: 160; Ilustrações: 122;
Dimensões: 200 x 140 x 10 mm;
Peso: 0.390 kg;
ISBN: 9788575036112.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton
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