Resenha de Sonia Adarias Soares Bruno
01/04/2011
É incrível devermos aos estrangeiros a divulgação mundial de Clarice. Graças que pessoas brilhantes venham fazendo este trabalho. Moser é admirável pela competência e pela tenacidade. "Línguas de Fogo", ensaio da canadense Claire Varin sobre Clarice Lispector também é digno de nota. Traz-nos orgulho ter brotado e frutificado em Português do Brasil esta magnífica expressão da Literatura que é Clarice Lispector. E só podemos agradecer que isto tenha sido confirmado em tão distantes lugares, em tão diferentes culturas. Agora só falta Harold Bloom!
Resenha de Sérgio
21/09/2010
Esse é o tipo de livro que não se deve comprar pra "ler depois". Tenho uma monte de coisa urgente pra fazer e simplesmente não consigo parar de lê-lo. E tudo iniciou-se apenas por uma "espiadinha". Extraordinário.
Resenha de Charles Cooper
07/09/2010
Um método de biografar inusitado produz uma solução heterogenea de ensaio, romance, vida e exegese. À altura de Clarice Lispector.
Resenha de sergio peres
25/05/2010
Sr. editor,
Não me incomoda de forma alguma a nacionalidade do autor, mas aquilo que sua editora anuncia, que a "obra revela aspectos fundamentais...." Não há nenhuma revelação. A obra no máximo complia tais aspectos. Ou, que "o livro tem aberto os olhos internacionais..." (e esse trecho soa muito mal). Sabe-se desde sempre que Clarice fora traduzida para vários idiomas mesmo em vida, o que a tornou, ao menos suponho, conhecida internacionalmente. Mas o papel aceita tudo, não é? A propósito, agradeço ao autor a intenção de não esgotar o tema, e ao sr. editor pelo esclarecimento acerca do título.
Cordialmente,
Sérgio
leitor
Resenha de Talita Prates
01/03/2010
Terminei a leitura ontem.
Ainda sinto-me estupefata.
A grandiosidade da obra faz jus à magnitude de Clarice, essa escritora-mãe-jornalista-filósofa-mística-humana totalmente admirável.
Parabéns ao Moser pelo belíssimo e muito competente trabalho.
Resenha de Rafael Cardoso
20/01/2010
Tão magnífico quanto os próprios trabalhos da própria Clarice Lispector, Benjamin Moser faz um estudo apurado sobre a vida e as origens desta "Esfinge Cabalística" da literatura brasileira: desvendando minuciosamente os mistérios e as nuances introspectivas de toda obra desta genial escritora. Parabéns por esta excelente contribuição literária.
Resenha de Ana Rabelo
17/01/2010
Hoje me sinto feliz, emocionada e profundamente agradecida.
Livro maravilhoso, de uma delicadeza admirável, nos convida a conhecer muito mais a nossa querida amiga Clarice.
Eu a amo profundamente, e agradeço a Benjamin Moser pelo empenho, carinho, e admiração usados na composição desse livro impecável.
Parabéns e felicidades a Ben, a José Geraldo Couto, e à Cosac Naify.
Resenha de Paulo Werneck (editor da Cosac Naify)
05/01/2010
Prezado Sergio,
Em resposta ao comentário enviado ao site da Cosac Naify, informamos que as autoras que o senhor menciona são amplamente citadas ao longo de todo o livro de Benjamin Moser, que além disso fez agradecimentos a Nadia Gotlib, Claire Varin e outros claricianos e claricianas que colaboraram com ele e se tornaram seus amigos.
Uma rápida consulta ao índice remissivo e às notas do livro mostrará que Benjamin conhece esses trabalhos em profundidade e reconhece sua importância.
Como disse o próprio autor, no subtítulo, trata-se de "uma biografia", e não "a biografia"; e um dos sentidos da vírgula que faz parte do título do livro é indicar que o autor jamais pretendeu esgotar o assunto -- nesse caso, seria um ponto final, e não uma vírgula.
Compreendo que, ao ver um estrangeiro escrevendo sobre nossa cultura, somos tentados a desconfiar da seriedade do trabalho e vê-lo como neófito ou ignorante.
Convido-o a rever sua opinião, certamente baseada em desconhecimento do trabalho de Benjamin Moser, e a se deixar levar pelo prazer da leitura deste livro que, temos certeza e orgulho em afirmar, se inscreveu como "um marco indispensável" nos estudos claricianos -- a expressão não é minha, mas de outra grande intérprete da obra de Clarice, Yudith Rosenbaum.
Por favor, não deixe de nos escrever manifestando sua opinião sobre nossos lançamentos.
Cordialmente,
Paulo Werneck
editor
Resenha de Valéria Palma
29/12/2009
Obra reveladora, fluente; edição impecável e elegante. Fiquei encantada, emocionada e muito envolvida. É livro pra não largar e apertar junto ao peito.
Resenha de Cosac Naify
24/12/2009
Prezado Sergio,
Em resposta ao comentário enviado ao site da Cosac Naify, informamos que as autoras que o senhor menciona são amplamente citadas ao longo de todo o livro de Benjamin Moser, que além disso fez agradecimentos a Nadia Gotlib, Claire Varin e outros claricianos e claricianas que colaboraram com ele e se tornaram seus amigos.
Uma rápida consulta ao índice remissivo e às notas do livro mostrará que Benjamin conhece esses trabalhos em profundidade e reconhece sua importância.
Como disse o próprio autor, no subtítulo, trata-se de "uma biografia", e não "a biografia"; e um dos sentidos da vírgula que faz parte do título do livro é indicar que o autor jamais pretendeu esgotar o assunto -- nesse caso, seria um ponto final, e não uma vírgula.
Compreendo que, ao ver um estrangeiro escrevendo sobre nossa cultura, somos tentados a desconfiar da seriedade do trabalho e vê-lo como neófito ou ignorante.
Convido-o a rever sua opinião, certamente baseada em desconhecimento do trabalho de Benjamin Moser, e a se deixar levar pelo prazer da leitura deste livro que, temos certeza e orgulho em afirmar, se inscreveu como "um marco indispensável" nos estudos claricianos -- a expressão não é minha, mas de outra grande intérprete da obra de Clarice, Yudith Rosenbaum.
Por favor, não deixe de nos escrever manifestando sua opinião sobre nossos lançamentos.
Cordialmente,
Paulo Werneck
editor
Resenha de sergio peres
23/12/2009
mas que história é essa? acaso desconhecem os livros "clarice - uma história que se conta, de nadia gotlib, "clarice, essa desconhecida", de julio lerner, "esboço para um possível retarto", de olga borelli e o ensaio de berta waldman, além de dezenas de outros títulos em que clarice é objeto de pesquisa?
Sim, desconhecem. A canadense Clair alguma coisa escreveu nos anos 90 uma coisa semelhante a essa do sr. Moser. Perfumaria.
Resenha de edmilson jose
06/12/2009
Mesmo quando viva, Clarice Lispector era vista como uma escritora esquisita, que escrevia uma literatura introspectiva, intimista. Enquanto a maioria dos escritores da sua época escreviam para fora, preocupados com os aspectos sociais da obra, ela escrevia para dentro. Procurava expressar a sua vivência, sua experiência e sensações do seu interior. Mas tudo isso, através de uma linguagem extremamente depurada. Já era tempo de algum crítico literário resgatar o nome e a relevância desta grande escritora para nossa literatura brasileira.
Meus parabéns para Benjamin Moser.