
Flores
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Autor:
Mario Bellatin
Tradução:
Josely Vianna Baptista
Texto de orelha:
Joca Reiners Terron
R$ 39,00
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Prazo de entrega: até 6 dias úteis para território nacional

Flores by
Mario Bellatin is licensed under a
Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Considerado pela Magazine Litteraire um dos "24 clássicos mexicanos de ontem e de hoje", ao lado de obras de Juan Rulfo e Carlos Fuentes, Flores (2001) é a estreia de Mario Bellatin (1960) na Cosac Naify. Formado por narrativas curtas – todas com nomes de flores –, o livro narra fragmentos de vida de personagens solitários e ambíguos, como um cientista que descobre um fármaco causador de formações físicas e um escritor que pesquisa formas incomuns de sexualidade. As tramas possuem uma violência implícita, num mundo em que a anormalidade é a regra.
Para acompanhar a prosa seca e contundente do autor, a edição brasileira ganhou projeto gráfico radical: sem capa, com a “orelha” despregada do miolo, tudo envolto num invólucro plástico.
Destaque da FLIP 2009, Mario Bellatin é festejado como um dos nomes mais originais da literatura contemporânea. Com 18 livros publicados, ele dirige, no México, a Escuela Dinamica de Escritores.
Capa: invólucro plástico
Páginas: 153; Ilustrações: 0;
Dimensões: 216 x 166 x 06 mm;
Peso: 0.150 kg;
ISBN: 9788575038116.
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Título-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de André Breton, formando uma trinca com Les Vases communicants (1932) e L'Amour fou (1937), este romance, escrito em 1928, encena o encontro entre realidade e fantasia, característica desta vanguarda.
Num local freqüentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivência efêmera e tumultuada com a personagem-título, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnação contemporânea do enigma e do mito, representa o princípio de liberdade em forma feminina e uma porta para além da banalidade. A atmosfera onírica registra os fragmentos do dia-a-dia em imagens produzidas a partir de destroços da realidade imediata, que buscam a correspondência dos objetos cotidianos com o mundo interior.
Vigésimo primeiro título da coleção Prosa do Mundo, este clássico moderno e inquietante tem nova edição brasileira com tradução cuidadosa de Ivo Barroso, apresentação de Eliane Robert Moraes, além de fortuna crítica, incluindo ensaios de Walter Benjamin e Maurice Blanchot, e bibliografia específica.
Apoio: Ministério francês da Cultura - Centre National du Livre
Colaboração: Atelier André Breton