Selma

Lançado em: março/2007


Título do Livro

apresentação do livro


Simplesmente Selma: a ovelhinha mais feliz do mundo




O delicado livrinho vermelho cabe no bolso. Pode acompanhá-lo a qualquer lugar e surpreender a namorada, o amigo que está com problemas no trabalho e até a criança que começa a questionar o mundo. Isso porque, apesar de pequeno, Selma trata de um tema intenso: “O que é felicidade?”. Não há como resistir à filosofia de vida da ovelhinha.

O dia-a-dia de Selma é aparentemente comum: ensinar as crianças a falar, praticar um pouco de esporte, conversar com a vizinha, comer grama, dormir profundamente. A diferença está na satisfação com que ela realiza essas atividades. Selma aprecia a vida em sua essência e, por isso, vê beleza naquilo que é comum. E nem se tivesse mais tempo ou se ganhasse na loteria alteraria seus hábitos. Ela comeria mais grama, conversaria mais com as crianças, dormiria mais e continuaria praticando – pouco – esporte.
         
A ideia do livro nasceu quando Jutta Bauer ouviu no rádio uma entrevista com uma camponesa que vivia nas montanhas. “Ela falava sempre a mesma frase”. Em Selma, a estrutura repetitiva do texto reitera a convicção da ovelha: ela só quer ser feliz.

As ilustrações da autora, de beleza singela, retratam uma Selma rechonchuda, simpática e muito carismática, capaz de convencer até os menos calorosos: no país em que nasceu, a ovelha protagoniza um desenho animado na TV e é encontrada também em pelúcia. Best-seller, o livro foi traduzido para mais de dez idiomas e ultrapassou a marca de 400 mil exemplares vendidos pelo mundo, prova de que a mensagem de Selma é universal.

Na edição em português, com tradução de Marcus Mazzari, a autora alemã manuscreveu o texto, um detalhe simples, assim como o livro, mas que conferiu vivacidade e deu um tom pessoal à obra, aproximando ainda mais a mensagem do leitor.

Selma dá o seu recado aos pequenos e aos adultos. Ela mostra que, se o tempo é curto, o melhor a fazer é desfrutá-lo integralmente. Se você se apaixonou por A árvore generosa (Cosac Naify, 2006) e João Felizardo, o rei dos negócios (Cosac Naify, 2007), certamente será adepto dos princípios desta charmosa e fiel defensora do jeito simples de viver.