Pelé - Minha vida em imagens

Lançado em: maio/2010


Título do Livro

apresentação do livro


A autobiografia ilustrada do atleta do século




Com um sincero depoimento autobiográfico do atleta, pontuado por mais de 70 imagens raras, Pelé – minha vida em imagens condensa a narrativa mítica de como o garoto franzino de Três Corações se transformou no maior jogador de futebol de todos os tempos. “Um menino que jogava com bola de meia, que passou depois a jogar com uma bola oficial, em gramados profissionais, em equipes que fizeram história. Conheci o mundo, encontrei grandes pessoas – pessoas maravilhosas. Nunca imaginei voar tão alto”, diz o autor na introdução, já revelando a emocionante história que virá pela frente.

O livro traz uma grande novidade. Ele vem em formato de scrapbook, ou seja, mais de dez itens de colecionador estão encartados no livro, e podem ser colecionados.  Entre os achados, o ingresso do jogo de despedida definitiva de Pelé, um amistoso entre o Cosmos e o Santos, no Giants Stadium, em Nova York. O cartaz da Copa do Mundo de 1958 e o selo comemorativo da Copa de 70 também estão entre as preciosidades. Do início da carreira do jogador, o leitor poderá colecionar a primeira carteirinha em um time profissional, a da Liga Bauruense de Esportes, de 1956.  Fac-símiles de artigos sobre Pelé nos principais jornais do mundo e até um ofício da Casa Branca que trata da visita do jogador ao presidente Nixon também estão entre os itens, que vão despertar no leitor a sensação de estar lado a lado com o Rei, remexendo nos seus álbuns de retratos e suas caixas de recordações.

As fartas imagens retratam lances memoráveis, dentro e fora dos campos, como os gols de Pelé durante a final da copa de 58 e da copa de 70; o retrato do jogador feito pelo artista Andy Warhol, em 1977; e o abraço no amigo Muhammad Ali na cerimônia de despedida definitiva do futebol, em uma partida amistosa entre o Cosmos e o Santos.


O mito em primeira pessoa

Em Pelé – minha vida em imagens, o leitor também terá acesso a histórias curiosas e pouco conhecidas da vida do jogador, contadas com exclusividade pelo próprio atleta. Uma delas conta porque ele ganhou o apelido pelo qual ficou conhecido mundialmente; outra revela os bastidores de sua ida para o Cosmos, nos Estados Unidos, logo após se aposentar da seleção e do Santos. Pelé também assume no livro que uma de suas maiores frustrações à frente da seleção canarinho foi não ter feito um gol de bicicleta em Copa do Mundo, que tanto marcou nos tempos de Santos e Cosmos, e que só começou a torcer para o Santos depois que chegou à Vila Belmiro – havia passado sua infância acompanhando outro time paulista.

Lances dos principais jogos também são contados com entusiasmo por Pelé, como um dos gols da final contra a Suécia, quando o Brasil ganhou a Copa do Mundo de 1958. “Aos 11 minutos, fiz 3 a 1 depois de gritar pedindo que Nilton Santos cruzasse a bola para mim. Quando ela chegou, matei primeiro no peito e a deixei pingar no chão. Quando o zagueiro Gustavsson se aproximou, apliquei-lhe um chapéu e chutei de sem-pulo. Foi um belo gol – e um gol numa final de Copa do Mundo!”

A polêmica do milésimo gol

As últimas páginas do livro são um deleite para o torcedor. Trazem um apêndice que elenca todos os gols que Pelé marcou no decorrer da carreira, divididos por ano, data, time e adversário. E recordam uma polêmica que há tempos envolve o milésimo gol de Pelé: ele teria acontecido no Maracanã, contra o Vasco da Gama, no dia 19 de novembro de 1969, ou dias antes, no Recife, contra o Santa Cruz, no dia 12 de novembro?

Ao traçar a história pessoal da principal lenda do futebol, desde sua infância em Três Corações até o seu reconhecimento mundial, Pelé – minha vida em imagens traça também a história pessoal e afetiva de torcedores e admiradores de futebol em todo o planeta.

“Vivi os tempos áureos do futebol. As seleções brasileiras de 1958, 1962 e 1970 fizeram o futebol aparecer para o mundo, levando as pessoas a se apaixonarem por ele. Nosso estilo alegre de jogar propiciou que outros países sentissem o gosto desse esporte maravilhoso. Naqueles tempos, espalhamos uma verdadeira paixão pelo futebol – paixão que parece ter se incorporado à genética, pois, hoje, as crianças já nascem com o amor por esse jogo em seus corações”.