Lançado em: dezembro/2007
sinopse
Autor:
Enrique Vila-Matas
Tradução:
Joca Reiners Terron
Texto de orelha:
Cassiano Elek Machado
Idioma: Português
Construído à maneira de uma conferência de três dias sobre o tema da ironia, Paris não tem fim (título de um dos capítulos de Paris é uma festa, de Ernest Hemingway) é um divertido e melancólico relato ficcional e autobiográfico do espanhol Enrique Vila-Matas sobre o exílio voluntário de dois anos em que alugou, patrocinado por seus pais, a água-furtada de Marguerite Duras, durante o período da ditadura franquista. Artistas, escritores, cineastas, intelectuais e travestis exilados na capital francesa nos anos 1970 acompanham o jovem aprendiz de romancista pelas ruas, festas, cafés e livrarias em que se dá sua formação - ou "deformação", como sugere o texto de orelha de Cassiano Elek Machado. A estrutura fragmentária e o humor de Paris não tem fim trazem de volta ao leitor brasileiro a fina literatura do Vila-Matas de Bartleby e companhia e O mal de Montano.
Conheça os prêmios literários conquistados por Enrique Vila-Matas:
Rómulo Gallegos (2001), por A viagem vertical;
Ciudad de Barcelona (2001) e Prêmio Médicis (2003), por Bartleby e Companhia;
Prix Fernando Aguirre-Libralire (2002);
Premio Herralde, Nacional de la Crítica (2005), por O mal de Montano;
Prix Medicis-Etranger (2003);
Premio Internazionale Ennio Flaiano (2006);
Premio de la Real Academia Española (2006).
1ª reimpressão, 2010