Bartleby, o escrivão - Uma história de Wall Street

Lançado em: julho/2005


Título do Livro

Prêmios

  • Suzano Papel e Celulose
    Em: 2008

    Prêmio: 7º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico
    Categoria: Editorial [3º lugar]
    Premiados: Projeto gráfico de Elaine Ramos


sinopse

Autor: Herman Melville

Tradução: Irene HirschJosely Vianna BaptistaMaria Carolina de Araújo

Posfácio: Modesto Carone

Idioma: Português


Para ler a nova edição deste clássico de 1853, o leitor começa pelo desafio de descosturar a capa (puxando para baixo a linha vermelha que a lacra) e cortar as páginas não refiladas do livro (com a espátula plástica que acompanha o livro). Só assim, aos poucos, poderá desemparedar este personagem enigmático da ficção moderna que, no dizer do filósofo francês Gilles Deleuze, "desafia toda a psicologia e a lógica da razão". A famosa fórmula de resistência que o personagem oferece às ordens do advogado-patrão - "Acho melhor não" - e, mais tarde, de recusa ao próprio trabalho de escrivão e copista para o qual foi contratado, desperta uma sucessão tragicômica de acontecimentos. A cada resposta evasiva de Bartleby abre-se a fresta para a entrada do insólito nas atitudes e sentimentos despertados no dono do escritório, nos colegas de trabalho e até mesmo nas vizinhanças de Wall Street. Eleito por Jorge Luis Borges como uma das obras mais importantes para a humanidade e precursora de Kafka, a nova edição da novela de Melville reabre o caso do escrivão de Wall Street, investigado pela filosofia e pela crítica literária de todos os tempos.